sexta-feira, 30 de abril de 2010

FÍGADO EM REGENERAÇÃO


O fígado após sofre algumas patologia e submeter a cirurgia reduz de tamanho, as porções que permanecem constituir-se novamente expandindo rapidamente e alcançando a mesma massa do fígado original.
A regeneração da massa hepática obtida através do aumento dos lobos conhecidos como crescimento compensatório.


Maria Genacir

FÍGADO DOENTE


CIRROSE HEPATICA:
É uma doença crônica que afeta todo o fígado, caracterizada por morte das células hepáticas e transtornos generalizados nos tecidos hepáticos; O fígado se transforma em tecido fibroso nódulos que impedem a cicatrização de sangue e nos últimos estágios o órgão reduz de tamanho.



Maria Genacir

CÉLULAS TRONCO


Atualmente a pesquisa com células-troco vem aumentando a cada dia na área de biomédica moderna desafiando conceitos biológicos com esperança de que um dia elas possam ser utilizadas para reparar lesões em tecidos dos seres humanos, Como coração, cérebro, e músculo esquelético. Pois elas têm um alto nível de renovação e replicação.

PAPEL DAS CELULAS TRONCO NA HOMEOSTASE DOS TECIDOS DO FIGADO POR EXEMPLO:
As células-tronco do fígado funcionam como reserva, ativadas somente quando a ploriferação de hepatócitos é bloqueada nos processos de crescimento hepático como regeneração após hecpatomia parcial.


MARIA GENACIR

quinta-feira, 29 de abril de 2010

ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE DEBRIDAMENTO-1ºs três dias

Paciente se recuperando em casa,sem queixas, afebril,tomando os fármacos que lhe foi receitado pelo médico cirurgião.
MEDICAÇÃO:
Metiformina 500mg:Tomar 01 comprimido de manhã e outro a noite.
Glibenclamida 05mg:Tomar um comprimido pela manhã.
Captopril 25mg:Tomar um comprimido 12/12 horas.
AAS 100mg:Tomar um comprimido ao dia,após o almoço.
A agente comunitária de Saúde(ACS) está acompanhando também a sua recuperação,orientando-o quanto a importância de tomar os remédios no horário correto,a higiene,uma dieta alimentar saudável no intúito de prevenir qualquer infecção.









Dá pra perceber uma região bem limpa,sem a presença de tecido necrótico, uma região bem vascularizada,a presença das fibrinas é bem notável.
Será uma cicatrização de 2ª intenção.
Não é possível a aproximação das bordas.
As bordas são irregulares.
È uma ferida crônica.

Fonte:Paciente,familiar do paciente,ACS e aula de patologia(prº Flavio/Faculdade Leão Sampaio)


Maria de Fátima Silva

terça-feira, 27 de abril de 2010

CICATRIZAÇÃO POR SEGUNDA INTENÇÃO


De acordo com Robins, a cicatrização por segunda intenção é aquela onde ocorre uma perda celular ou tecidual mais extensa, como na formação de abscesso e ulceração, caracterizando uma grande ferida. O processo de reparo torna-se mais complexo, como no caso de infarto.

A cicatrização por segunda intenção é conhecida também como cicatrização por união secundária. Assim, tem-se uma reação inflamatória mais intensa, com a presença de um tecido de granulação abundante e a contração da cicatriz ocorrendo pela ação dos fibroblastos.


A cicatrização secundária é diferente da primária em alguns aspectos, como a presenca de um coágulo extenso, inflamação mais intensa, também apresenta maior quantidade de tecido de granulação, o que leva a uma grande quantidade de tecido cicatricial.


Raimunda Alves!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

QUELÓIDE


Um quelóide é uma cicatriz que se projeta além da superfície da pele. Quando a pele é ferida, as células se multiplicam para preencher o espaço que ficou vazio devido à morte celular.

A cicatriz hipertrófica é uma area lisa, espessa que se restringe ao local da lesão. Esta se reduz após 1 ano ou mais

Há algumas regiões do corpo que são consideradas de alto risco para o desenvolvimento de quelóides, como a região central do tórax, dorso, lobos das orelhas, região inferior das pernas e pescoço. Contudo, podem surgir em qualquer local, p. ex. em cicatrizes cirúgicas ou qualquer área que tenha sido furada com fins cosméticos.

É muito difícil remover completamente quelóides. A retirada cirúrgica, embora pareça atraente, não é uma boa idéia. Este tipo de tratamento resulta muitas vezes no surgimento de um outro quelóide que muitas vezes será maior que aquele presente inicialmente.

Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mulher-queloide/

Raimunda Alves!!!!!!!!!!!!


sábado, 24 de abril de 2010

(2ºCASO REAL)Debridamento no dia 23/04/2010

Paciente com 74 anos,cor morena,hipertenso e diabético(descompensado).
História de amputação do hálux do pé esquerdo no mês de abril/2005 e amputação do 2º dedo no mesmo pé no ano de 2007 no Juazeiro/CE.










(ANTES DO 5º DEBRIDAMENTO)

Durante este período ja houve (04)quatro debridamento com o 5º agora no dia 23 de abril/2010 no Juazeiro do Norte,Ceará,em uma unidade de atendimento - urgência e emergência.Sala preparada para pequenas cirurgias.
Ele foi em busca do atendimento com seguintes queixas:dor no pé esquerdo onde tem a ferida.Ao chegar a unidade quando verificada a glicemia-312,PA-170/100mmg o médico receitou-lhe captopril_250mg,sublingual e insulina-06 un;subcutânea.
Passado 40 minutos foi verificado novamente a glicemia-283,PA-140/80 mmg(regresso).

realização do procedimento.


As 11:33 foi realizado o debridamento por um acadêmico de medicina supervisionado pelo doutor e professor que ali estava de plantão.As 12:20 já estava o paciente liberado para retornar ao seu domicílio.
Não se fez necessário o uso de anestésico durante o procedimento realizado,apenas o uso de todo material esterelizado.

DEPOIS DO DEBRIDAMENTO(5º)
Paciente saiu com a prescrição de seu medicamento,orientado de como prosseguir com a higiene
e horário da medicação.
Fonte:O acompanhante do paciente na unidade durante o procedimento realizado.
Maria de Fátima Silva